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PROCEDIMENTOS MINIMAMENTE INVASIVOS

Podem abranger um amplo espectro de terapias, desde infiltrações ou punções com agulhas (que se enquadram no tratamento conservador / não-cirúrgico das doenças), até cirurgias realizadas por vídeo (artroscopias) ou com abordagens menores, poupando mais estruturas.

  • Bloqueios Guiados por Ultrassom (Infiltrações): podem ser utilizados para tratar diversos tipos de lesões (articulares – artrose, tendinosas, musculares, nervosas). Com o seu uso, consegue-se administrar as mais variadas substâncias: analgésicos, anestésicos, fitoterápicos, anti-inflamatórios, hormônios, enxertos do próprio paciente (como a medula óssea contendo células-tronco ou o plasma rico em plaquetas – PRP, por exemplo) e outras. Quando realizados guiados (orientados) por ultrassonografia, apresentam menos dor e melhores resultados segundo a literatura, garantindo com precisão que o alvo a ser tratado seja atingido. O paciente vai para casa logo após o procedimento, podendo ser feito no consultório médico.
  • Vídeo-artroscopias: oferecem excelentes resultados na maioria das doenças do quadril, joelho, ombro, punho e tornozelo em seus estágios iniciais e, eventualmente, mais graves. Com o auxílio de uma mini-câmera e instrumentos especiais, é possível avaliar as articulações por dentro e corrigir os defeitos sem a necessidade de cortes tradicionais na pele, apenas por orifícios muito pequenos. Normalmente, há pouca dor e ínfimo sangramento, com o paciente indo para casa no fim do dia.
  • Próteses (artroplastias) minimamente invasivas: diferentemente das artroplastias convencionais, são feitas por abordagens (acessos cirúrgicos) especiais, sem qualquer desinserção tendinosa ou lesão muscular muitas vezes, o que reduz o sangramento e a dor pós-operatórios, diminui o tempo de internação, o risco de infecção, e permite reabilitação precoce, com rápido retorno às atividades cotidianas. Existem, ainda, próteses que a despeito de acessos cirúrgicos semelhantes aos convencionais, são menos agressivas que estas por poupar mais tecido ósseo e/ou cartilaginoso, como a prótese unicompartimental de joelho ou a prótese de recapeamento ou “resurfacing” do quadril.

Vale ressaltar que a obtenção de resultados ótimos, depende não apenas da técnica empregada, mas de uma relação médico-paciente franca e de confiança, de um plano de tratamento individualizado e de atenção multidisciplinar e integrada, com profissionais bem treinados e atualizados, como médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, nutricionistas e outros.

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